Responsabilidade

Hoje quero discorrer sobre a união entre conceitos. Quais são esses conceitos? Cooperativismo e fraternidade branca. Quero destrinchar esses dois conceitos no intuito de esclarecer a importância dos conceitos e seu consequente fortalecimento do Ser que passa por uma experiência traumática.   

Fraternidade branca é um nome, organização e um conceito oriundo das ciências ocultas que refere-se aos mestres ascencionados que trabalham em conjunto na observação e na orientação dos seres humanos, de maneira geral, sejam estes conscientes ou inconscientes.  Fazendo uma analogia, a fraternidade branca nos remete à ideia de irmãos mais velhos, não de sangue, mas de aspecto espiritual, como a ideia de alguém responsável e protetor. Aprendemos, desde tenra idade a confiar em nossos pais e irmãos, principalmente irmãos mais velhos, por isso que a fraternidade branca a nível de amor e proteção está no ápice da escala de valores espirituais. 

Cooperativismo é um sistema socioeconômico que consiste na união de pessoas com interesses comuns para alcançar objetivos sociais e econômicos.

A Maria Montessori, médica e educadora,  é defensora do cooperativismo porque segundo ela mesma, se você está se educando para ser solidária e ser cooperativa, você está se educando para a paz. Por outro lado, se você está se educando para competir você está se educando para a guerra, porque todas as guerras partem do pressuposto da competição e da destruição. 

A responsabilidade é o fator determinante e imprescindível para o funcionamento tanto da fraternidade branca como do cooperativismo. Fazer o bem, por inteligência e não por dogmatismo é o caminho para uma sociedade de um mundo bem melhor.

Quando penso nesses conceitos e relaciono com os meus sentimentos e vivencias de um reabilitando sinto que esses conceitos são importantes e por serem importantes eu devo cuidar. Ter tido a oportunidade de conviver com esses conceitos me fez menos temeroso e mais consciente do processo que eu estava vivendo quando tive a chegada do AVC.

Hoje me sinto no dever de repassar esses conceitos e compartilhar minhas vivências com intuito das pessoas se fortalecerem e encararem a doença como um processo educativo e não punitivo. Acredito que se temos uma base sólida para fortalecer o espírito tudo será bom (e isto não é só uma frase de efeito que uso bastante nos meus textos) isso é verdade. Um organismo sem conflitos, sem sentimentos negativos está mais apto a se recuperar porque o processo é natural, mais leve e menos traumático para si e para os entes da família que formam o seu núcleo de proteção.

Concluindo, quanto mais fortalecido está o Ser, as experiencias traumáticas tendem a representar eventos de pequena importância. Sendo assim, espero que meus textos possam abrir a mente dos leitores e irmãos nesta caminhada.




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